sábado, 3 de maio de 2014

capítulo 11- amanda


NARRADOR

Amanda estava parada diante de uma enorme mansão, seus nervos á deixa paralisada diante do que seus olhos viam, como se ainda não conseguisse acreditar que estava em outro país, com um desconhecido que apesar de ama-lo escondiam coisas, coisas que ela tinha certeza que eram graves, e o pior que seu consciente ainda murmurava nome de sua irmã. Laura onde será que ela estava? Pensava Amanda.
Ela amava sua única irmã, mais Laura sempre foi o oposto dela, forte, corajosa, destemida de tudo e de todos totalmente diferente dela, Amanda considerava sua relação com a irmã harmoniosa nunca chegou a imaginar que sua irmã, sangue do seu sangue a odiava mais que tudo nessa vida e que planejava se vingar dela.
Amanda respirou fundo, disse assim mesma que tentaria ser forte, deixaria seus medos e insegurança de lado, de agora em diante seria outra pessoa, uma nova mulher, curtiria seu relacionamento com Vicenzo, mais não desistiria da verdade, isso havia se tornando um objetivo para ela.
Amanda sentiu um arrepio em sua nunca, e ela sabia que ele estava perto, era sempre assim que se sentia quando estava no mesmo local que ele. Vicenzo a abraçou por trás, segurando em sua cintura puxando para mais perto dele, ele apoio seu queixo no ombro dela e cheirou seu pescoço.
_Benvenuti a casa mia, e La mia vita.
 Ouço Enzo sussurra estas palavras em meu ouvido, já sentia meu corpo correspondendo a ele mesmo tendo passado todo o voo fazendo amor, enquanto voava para Itália. As imagens ainda vividas em minha mente, cada gemido, cada gesto tudo havia ficado gravado para sempre.
Viro-me encarando-o aqueles enormes olhos azuis, olhos que a permaneciam fixos mim, olhos que a penetravam até a minha alma, Enzo ergue uma mão e segurou-lhe minha cabeça entrelaçando seus dedos no meu cabelo, ele abaixa a cabeça e o toque de seus lábios mesmos suaves me deixa de pernas bambas, sinto seus gosto, nossas línguas se unem numa dança erótica, um gemido me escapa, meus lábios formigam por mais todo meu desejo se concentra em meu ventre, envolvo meus braços ao redor de suas costas sentindo seus músculos poderosos flexionando sobre sua camisa, movo meus quadris instintivamente contra ele, ele se afasta tão ofegante quando eu.

_Babina, estamos do lado de fora da casa.
 Ele diz só então me dou conta que ainda não entramos, os olhos dele adotam uma expressão de diversão maliciosa.

_Venha vamos terminar isso em nosso quarto.
 Ele segura minha mão e me leva para dentro, somos recebidos por uma senhora já de idade.

_Buongiorno e Benevenuto signore.

_Amanda está é Dalva minha governanta.

_Prazer senhora.
Ela segura minha mão timidamente.

_Prazer signorina, Seja bem vinda - diz em inglês.
Entramos a casa divinamente espetacular na sala de entrada os pisos e paredes brancas, há uma enorme escada separada pelos dois lados, toda de piso branco e um enorme lustre acima de nós, lá em cima portas e mais portas tudo está harmoniosamente lindo, fico a imaginar o batalhão para manter a casa limpa.

_Gostou?  – perguntou Enzo.

_Você mora aqui sozinho? - Pergunto ainda admirada com tudo que vejo.

_Não mais. - diz e me viro para olha-lo.

_Agora tenho você. – disse beija minha mão, ai Deus tem como fica mais fofo, devo está vermelha ainda mais porque Dalva nos observa, vejo um sorrisinho se forma em seus lábios que ela tenta esconder quando nota que eu a olhava, então elas nos deixa.

_Estava me referindo aos seus pais, irmãos... - digo.

_Não, meus pais morreram, e eu sou filho único.
 Nossa que triste meu sinto pena dele vivendo sozinho nessa casa tão solitário.

_Só somos, eu e Dalva ela cuidou de mim quanto eles morreram, ela tem uma casa aqui mesmo na propriedade, por mais eu insista que ela fique aqui, ela prefere ter seu canto.
Ele fala com admiração. Então era pequeno quando perdeu os pais, uma imagem de um menininho triste sem os pais me surge. Sinto vontade de abraça-lo, conforta-lo mostra que agora ele tem a mim. Quando estou preste a dizer ouvimos passos.

_Vicenzo, meu querido que bom que voltou!
Uma loira muito bem vestida toda trabalhada em um vestido justo, deixando suas curvas realçadas. Ela se aproxima de nós e beija Enzo na boca. Quem é essa? Não acredito no que acabei de ver, solto minha mão da dele, ele se afasta dela sua cara não é nada boa. Quem será ela? Sua namorada, uma ex? E porque raios ela esta aqui? Sou tomada por uma raiva e ciúmes.

_O que você esta fazendo aqui Michelle? A expressão de Enzo é mortalmente fria para ela.
OK, sinto um certo alivio ao ver isso. Ela arregala os olhos com o tom da voz dele e então ela se vira e nota que não está sozinha, sim queridinha eu estou aqui e estou preste a te mata.

_Quem é ela? O que ela faz aqui? - ela pergunta com cara de nojo.
Ah! Sua vaca- penso.

_Olha lá como fala com ela Michelle. - Enzo a adverti, ela encara a mim e a ele.

_É melhor eu deixa vocês conversarem a SOS. - digo me viro para deixa-los a sós.

_Isso mesmo queridinha faça isso. – diz ela.
 Ah! Ela está pedindo! – penso - segurando minha raiva, para não dizer poucas e boas para essa oxigenada!

_Parada ai Amanda! - Enzo manda, paro e olho para ele.
Enzo a pega pelo braço e a puxa em direção à porta, ela se debate para se soltar.

_Vicenzo o que esta fazendo, solte-me. – vejo- o a colocar para fora.

_Não quero ver você mais enfiada na minha casa, não volte mais aqui, não me procure mais. - ele fecha a porta na cara dela.
Ele passa as mãos nervosamente pelos cabelos e vêem para perto de mim. Antes que ele diga algo pergunto.

_Quem é ela Enzo?- ele não responde.
Ele olha para mim com expressão cansada, acho que não esperava pela sua visitinha.

_Ninguém, venha deixe me mostrar a casa. - ele tenta segura minha mão mais dou um passo para trás, minha ação o paralisa. Estou farta disso.

_Você não vai responder?- indago nervosamente.

_Amanda, eu já disse ela não é ninguém ...importante. - diz

_Se não é importante, porque ela beijou você então?
Meu peito dói. Ele mais uma vez optar por ficar mudo, em vez disso se vira pronto para me deixar sozinha, sem resposta. Mais dessa vez corro e paro de frente para ele.

_Chega de fugir Vicenzo! - grito com raiva.

_Quem disse que estou fugindo.  - ele grita também.

_Você vai me dizer quem é ela? –indago. _Chega de segredos entre nós, se você quer que tenhamos um relacionamento, comece me contando quem é essa Michelle e o que ela significa para você?!

_Nada! - ele responde para minha surpresa.

_Michelle trabalha pra mim, nós tivemos um caso passageiro mais terminamos já faz tempo, mais parece que ela não quer entender isso. Ela me procura ou aparece na minha casa sem ser convidada, já proibi a entrada dela, meus funcionários já sabem disso não sei como ela consegui entra, mais vou fazê-la pagar por isso.

_Você a ama? - pergunto temendo pela resposta.

_Por Deus Amanda como pode perguntar isso?! - ele grita mais uma vez, passa as mãos pelo cabelo exasperado.
Aproxima-se de mim a passos rápidos, segura meu rosto entre suas mãos.

_Você não entendeu nada do que eu disse? Em meus gestos, minhas ações para com você?

_Fica difícil acreditar com você escondendo coisas de mim. -confesso.
Ele se afasta seus olhos são tristes, sei que eu o machuquei mais mesmo assim quero a verdade. Se, queremos ficar um com o outro teremos que ser sinceros.

_Sei que escondo coisas de você, mais não posso contar, não ainda quando eu sei que quando descobrir vai me deixar, e eu não quero correr esse risco, quero que você tenha mais confiança, que me ame a ponto de me perdoar.
Suas palavras me comovem fraca como sou, me aproximo dele quebrando nossa distancia.

_É tão grave assim?

_Só peço que tenha um pouco mais de paciência comigo Babina, e confiança até que eu esteja pronto para fazer isso, você pode tentar por mim? - pergunta.
Eu abraço sentido seu perfume, seu coração bate tão rápido.

_Sim, por nós! - permanecemos assim um no braço do outro, Enzo beija meu pescoço depois meu ombro, minha pele já esta quente viva com seu toque, ele desliza a alça da blusa pelo meu ombro e crava os dentes de leve em minha pele.

_Precisamos terminar o que começamos lá fora. - ele diz, e me beija.

_Boa ideia. - digo entre gemidos já não lembro mais da nossa briga.
Enzo me pega no colo e sobe pela longa escada comigo em seus braços, vou admirando esse belo homem.
Chegamos em um corredor com varias portas e me pergunto qual delas é o seu quarto, ele segue reto para a ultima porta no final do corredor abre com um chute e me põe no chão, rapidamente tranca a porta. Mal tenho tempo para olha à decoração, pois, Enzo me ataca tirando minhas roupas, com uma ferocidade sem explicação.
Minhas mãos foram tirando sua camisa, fui deslizando os meus dedos sobre seu peito sólido começo a beija ali, faço isso descendo ate seu umbigo, ele geme! Tento abrir sua calça mais ele me pega e joga na cama, com muita agilidade tira minha saia junto com a calcinha, da para ver em seus olhos que está louco para me possuir. Agora estou totalmente entregue e nua diante de seus olhos.
 Não consigo pensar, falar ou me mexer, estou presa no brilho de seus olhos. Enzo tira a própria calça a jogando longe, minha boca saliva ao ver sua ereção, ele sobe na cama se encaixa entre minhas pernas abaixa cabeça fechando sua boca no meu seio, ele chupa meu bico já rijo que suplica pela sua língua. Envolvo minhas pernas ao seu redor abrindo-me para ele.
Enzo ataca meu outro seio, aproveito e desço minha mão para sua ereção, que esta como aço em minha mão, ele enrijece e para seu ataque, nos olhamos por um momento um desejando o outro, com tanto desejo que chega a doer, posso jura que seria capaz de explodir agora, apenas com a leveza de seu toque.
Provocando-me, sei que ele adora fazer isso. Coloca um dedo em meu sexo já úmido e brinca, me judiando, gemo fechando os olhos me deliciando com a sensação, sinto um beliscão que me faz abri os olhos. Enzo coloca aponta do seu membro em minha entrada, ele roça em meu centro, com uma das mãos aperta minha bunda ancora-me a ele, seu membro invade fundo em um golpe só, grito fico sem ar por um momento, sinto sua respiração ofegante em meu pescoço, ele entra cada vez mais fundo em sua serie de movimentos eu acompanhando mais rápido, meu corpo convulsiona a cada entrada firme, meu quadril vai de encontro ao dele.
Enzo ergue seu rosto parando de frente de modo que posso vê-lo, suor corre pela sua testa, beija-me antes de enterrar totalmente fundo em mim, nos levando ao topo então ambos gritamos, invadidos por uma onda de prazer tão forte, tão consumidora que se eu não tivesse me agarrado a ele seria levada para outra dimensão.
Estamos deitados, suados Enzo como sempre enroscado em mim como uma Eva daninha, ele sempre fica assim quando brigamos e nos reconciliamos depois, segurando-me forte, com seu peso sobre mim, eu desfruto dessa sensação.

_Droga Amanda. -ele se levanta de uma vez me assustando.

_Por Deus Enzo quer me matar? - sento-me puxando o lençol uma mão no peito, meu coração parece que vai sai pela boca.
Enzo me olha como se tivesse me feito mal, ou será arrependimento?!


_De novo, de novo, de novo. - ele fala uma serie de palavras mal compreendidas e posso jura que são palavrões.
Ele se lavanda e começa a caminha de um lado para o outro nu, estou começando a fica zonza.

_Enzo você esta me assustando. - digo _O que foi?

_Esqueci, esqueci de usa camisinha . - diz envergonhado então a ficha cai, em nenhuma das vezes que fizemos amor, ele usou.

_Amanda perdoe-me, eu devia ter prevenido você, mais eu sempre me esqueço quando estou com você...você pode esta grávida. - ele diz.
Entendo o medo dele se eu engravidasse seria numa péssima hora, mal nos conhecemos não que eu corra esse risco mais eu olho para ele sua cara é impagável eu começo a rir. Enzo fecha a cara mais ainda e eu caio na cama rindo feito uma louca, não consigo me controla minha barriga doe, mais eu rio, rio, rio.

_Qual é a graça Amanda? - pergunta ele com tom bravo.
Não consigo parar, tento me acalmar. Ele me segura pelos pulsos colocando um de cada lado da minha cabeça, está com raiva seus lindos olhos me fuzilam, respiro uma, duas e consigo me acalmar um pouco, tento me solta mais ele afunda meus pulsos na cama, mesmo assim tento até que ele me solte. Sento e dou um selinho nele. Uau, pela sua cara ainda esta bravinho.

_Enzo não estou gravita e nem vou ficar. - digo para acalma-lo.

_E como pode ter tanta certeza Amanda? _Se nós... - ele não consegue terminar de falar.

_Enzo tenho certeza, tomo injeção todo mês, e a ultima eu tomei antes de você me encontra na boate. Então SIM! Tenho certeza A.B.S.O.L.U.T.A.!- Ele respira fundo mais seus olhos permanecem triste. Ele me puxa, para me sentar em seu colo.

_Mesmo?

_Sim! - eu abraço mais minha curiosidade aflora. _Porque? O que faria se eu engravidasse?

_Me casaria com você. - responde rápido demais.
Pulo saindo do seu colo ele não entende minha reação, ele falou em casamento, gravidez duas palavrinhas perigosas juntas em menos de um minuto.

_Não é pra tanto Vicenzo. - brinco tentando esconder meu desconforto.
Mais no fundo rezando que ele só esteja curtindo da minha cara.

_Não, mais admito que a ideia de um filho MEU, poderia está crescendo agora em seu ventre me agradaria.
Agora quem pula da cama sou eu, não gostei nem um pouco do que ele acabou de dizer, sem olha-lo vou em direção a uma porta rezando para que seja o banheiro, minha adorável e amiga dor de cabeça começa a dar sinal que está voltando. Agradeço quando vejo que é realmente o banheiro entro no Box e ligo o chuveiro água cai fervendo. _Droga - grito.

_Amanda. - Enzo me chama da porta do banheiro, não respondo viro de costa pra ele e tento ajustar a água, até as torneiras estão me deixando nervosa, inferno! Duas mãos fortes ajustam a temperatura, quando olho, lá está ele lindo de morrer, ainda nu no mesmo espaço que eu, está querendo morrer mesmo.

_Saia. – digo. - não confio em mim nesse momento.
_ Saia quero-me banhar sozinha!
Porque ele nunca escuta o que digo, ele me olha e eu odeio quando faz isso, odeio quando foge, odeio quando mente, e odeio quando é tão fofo a ponto falar em ter filhos. Desvio do seu olhar coloco minha cabeça na parede, porque me sinto assim?!

_Hei! - ele diz me virando para poder olha-lo. Então me abraça. _Desculpa não quis deixar você nervosa.

_Então não diga mais isso. - peço.
Sou invadida por uma sensação estranha de medo, medo de que, tudo isso seja apenas um sonho, que irei acorda e ver que fantasiei tudo. Um filho do Enzo! Seria lindo ter em meus braços um menino igual a ele, mais não posso não enquanto há muitas coisas entre nós.
Mais calma Enzo me ajuda no banho, depois de muito protesto, ele lava meu cabelo, acabo gostando da ideia, depois de lavado os meus, faço o mesmo lavando o seu.
Saímos do banho ele me passa uma camisa sua para eu vesti, fica enorme em mim, ele rir e eu faço cara de brava, ele para mais ai sou eu que rio e tudo volta a fica bem entre nós. Enzo coloca uma calça de moletom, uma blusa sem manga deixando seus músculo amostra, santo Deus é ate um pecado ser gostoso assim. Paro de babar, estou exausta não só da viagem mais das travessuras que aprontamos, corro para cama deixando- o terminar de se arruma, e me jogo na cama.

_Amanda. - Enzo me chama mais faço de conta que não ouvi, já percebi que ele só chama meu nome completo quando esta com raiva, ou quando goza.

_Nem tente. - ele diz próximo ao meu ouvido. _Sei que não esta dormindo ainda.

_O que você quer seu tarado?! - digo enfio minha cabeça debaixo do travesseiro.
Ele ri alto, espio por debaixo do travesseiro, ele puxa o travesseiro e beija o topo da minha cabeça.

_Não e para isso que estou chamando.

_Não? - pergunto incrédula nas ultimas horas nós só transamos, esse homem é uma maquina.

_Não. - diz e me faz sentar. _Você precisa secar o cabelo não quero que fique doente.

_Gosto que ele seque ao natural. – respondo.
Meu cabelo é uma droga, não gosto de usa secador, pois ele fica mais armado, causaria até um infarto no primeiro que me visse, se eu saísse na rua com ele solto, meu Deus! Não quero nem imaginar.

_Sem discussão. Venha!
Enzo fica de pé me leva com ele de volta para o banheiro, me faz calça um chinelo enorme, vai ate seu closet e procura alguma coisa lá dentro observo pelo espelho, ele vem com um secador na mão, mais meu Deus ele tem um secador?! Porque ele teria um? A loira oxigenada vêem em minha mente, balanço a cabeça não quero pensar agora. Ele liga na tomada.

_Vire-se. – Ordena então se move para trás de mim e começa a seca meu cabelo, 20 minutos depois está seco e domável como ele conseguiu?! Nem meus amigos Gays conseguiriam tal proeza. Ele põe o secador na pia nessa hora me lembro de 50 tons de cinza.

_O senhor é Gay, senhor Vicenzo? - provoco ele dar um sorrisinho então estala sua mão na minha bunda me fazendo grita, viro para ele com fogo nos olhos enquanto esfrego minha bunda, ele realmente fez isso.

_Você já teve uma bela amostra de que Gay eu não sou. - diz então me pega no colo e me põe na cama.

_Descanse, mandarei Dalva trazer um lanche para você mais tarde. - ele vai em direção à porta destranca.

_Aonde você vai? - pergunto me recuperando da palmada.

_Tenho que resolver uns assuntos no escritório, mais não se preocupe será aqui mesmo em casa, durma um pouco mais tarde vou lhe mostra meu Gay. - diz rindo sai e fecha a porta.

_Ai meu Deus! Morri e fui para céu. - digo e caiu no sono.