NARRADOR
Amanda estava parada diante de uma
enorme mansão, seus nervos á deixa paralisada diante do que seus olhos viam, como
se ainda não conseguisse acreditar que estava em outro país, com um
desconhecido que apesar de ama-lo escondiam coisas, coisas que ela tinha
certeza que eram graves, e o pior que seu consciente ainda murmurava nome de
sua irmã. Laura onde será que ela estava? Pensava Amanda.
Ela amava sua única irmã, mais Laura sempre foi o oposto dela, forte, corajosa, destemida de tudo e de todos totalmente diferente dela, Amanda considerava sua relação com a irmã harmoniosa nunca chegou a imaginar que sua irmã, sangue do seu sangue a odiava mais que tudo nessa vida e que planejava se vingar dela.
Ela amava sua única irmã, mais Laura sempre foi o oposto dela, forte, corajosa, destemida de tudo e de todos totalmente diferente dela, Amanda considerava sua relação com a irmã harmoniosa nunca chegou a imaginar que sua irmã, sangue do seu sangue a odiava mais que tudo nessa vida e que planejava se vingar dela.
Amanda respirou fundo, disse assim
mesma que tentaria ser forte, deixaria seus medos e insegurança de lado, de
agora em diante seria outra pessoa, uma nova mulher, curtiria seu
relacionamento com Vicenzo, mais não desistiria da verdade, isso
havia se tornando um objetivo para ela.
Amanda sentiu um arrepio em sua nunca,
e ela sabia que ele estava perto, era sempre assim que se sentia quando estava
no mesmo local que ele. Vicenzo a abraçou por trás, segurando em sua
cintura puxando para mais perto dele, ele apoio seu queixo no ombro dela e
cheirou seu pescoço.
_Benvenuti a casa mia, e La mia vita.
Ouço Enzo sussurra estas palavras em meu ouvido,
já sentia meu corpo correspondendo a ele mesmo tendo passado todo o voo fazendo
amor, enquanto voava para Itália. As imagens ainda vividas em minha mente, cada
gemido, cada gesto tudo havia ficado gravado para sempre.
Viro-me encarando-o aqueles enormes
olhos azuis, olhos que a permaneciam fixos mim, olhos que a penetravam até a
minha alma, Enzo ergue uma mão e segurou-lhe minha cabeça entrelaçando seus
dedos no meu cabelo, ele abaixa a cabeça e o toque de seus lábios mesmos suaves
me deixa de pernas bambas, sinto seus gosto, nossas línguas se unem numa dança
erótica, um gemido me escapa, meus lábios formigam por mais todo meu desejo se
concentra em meu ventre, envolvo meus braços ao redor de suas costas sentindo
seus músculos poderosos flexionando sobre sua camisa, movo meus quadris
instintivamente contra ele, ele se afasta tão ofegante quando eu.
_Babina, estamos do lado de fora da casa.
Ele diz só então me dou conta que ainda não
entramos, os olhos dele adotam uma expressão de diversão maliciosa.
_Venha vamos terminar isso em nosso
quarto.
Ele segura minha mão e me leva para dentro, somos
recebidos por uma senhora já de idade.
_Buongiorno e Benevenuto signore.
_Amanda está é Dalva minha governanta.
_Prazer senhora.
Ela segura minha mão timidamente.
_Prazer signorina,
Seja bem vinda - diz em inglês.
Entramos a casa divinamente
espetacular na sala de entrada os pisos e paredes brancas, há uma enorme escada
separada pelos dois lados, toda de piso branco e um enorme lustre acima de nós,
lá em cima portas e mais portas tudo está harmoniosamente lindo, fico a
imaginar o batalhão para manter a casa limpa.
_Gostou? – perguntou Enzo.
_Você mora aqui sozinho? - Pergunto
ainda admirada com tudo que vejo.
_Não mais. - diz e me viro para
olha-lo.
_Agora tenho você. – disse beija minha
mão, ai Deus tem como fica mais fofo, devo está vermelha ainda mais porque
Dalva nos observa, vejo um sorrisinho se forma em seus lábios que ela tenta
esconder quando nota que eu a olhava, então elas nos deixa.
_Estava me referindo aos seus pais,
irmãos... - digo.
_Não, meus pais morreram, e eu sou
filho único.
Nossa que triste meu sinto pena dele vivendo
sozinho nessa casa tão solitário.
_Só somos, eu e Dalva ela cuidou de
mim quanto eles morreram, ela tem uma casa aqui mesmo na propriedade, por mais
eu insista que ela fique aqui, ela prefere ter seu canto.
Ele fala com admiração. Então era pequeno
quando perdeu os pais, uma imagem de um menininho triste sem os pais me surge.
Sinto vontade de abraça-lo, conforta-lo mostra que agora ele tem a mim. Quando
estou preste a dizer ouvimos passos.
_Vicenzo,
meu querido que bom que voltou!
Uma loira muito bem vestida toda
trabalhada em um vestido justo, deixando suas curvas realçadas. Ela se
aproxima de nós e beija Enzo na boca. Quem é essa? Não acredito no que acabei
de ver, solto minha mão da dele, ele se afasta dela sua cara não é nada boa. Quem
será ela? Sua namorada, uma ex? E porque raios ela esta aqui? Sou tomada por
uma raiva e ciúmes.
_O que você esta fazendo aqui
Michelle? A expressão de Enzo é mortalmente fria para ela.
OK, sinto um certo alivio ao ver isso.
Ela arregala os olhos com o tom da voz dele e então ela se vira e nota que não
está sozinha, sim queridinha eu estou aqui e estou preste a te mata.
_Quem é ela? O que ela faz aqui? - ela
pergunta com cara de nojo.
Ah! Sua vaca- penso.
_Olha lá como fala com ela Michelle. -
Enzo a adverti, ela encara a mim e a ele.
_É melhor eu deixa vocês conversarem a
SOS. - digo me viro para deixa-los a sós.
_Isso mesmo queridinha faça isso. –
diz ela.
Ah! Ela está pedindo! – penso - segurando minha raiva, para não
dizer poucas e boas para essa oxigenada!
_Parada ai Amanda! - Enzo manda, paro
e olho para ele.
Enzo a pega pelo braço e a puxa em
direção à porta, ela se debate para se soltar.
_Vicenzo o que esta fazendo, solte-me. – vejo-
o a colocar para fora.
_Não quero ver você mais enfiada na
minha casa, não volte mais aqui, não me procure mais. - ele fecha a porta na
cara dela.
Ele passa as mãos nervosamente pelos
cabelos e vêem para perto de mim. Antes que ele diga algo pergunto.
_Quem é ela Enzo?- ele não responde.
Ele olha para mim com expressão
cansada, acho que não esperava pela sua visitinha.
_Ninguém, venha deixe me mostrar a
casa. - ele tenta segura minha mão mais dou um passo para trás, minha ação o
paralisa. Estou farta disso.
_Você não vai responder?- indago
nervosamente.
_Amanda, eu já disse ela não é ninguém
...importante. - diz
_Se não é importante, porque ela
beijou você então?
Meu peito dói. Ele mais uma vez optar
por ficar mudo, em vez disso se vira pronto para me deixar sozinha, sem
resposta. Mais dessa vez corro e paro de frente para ele.
_Chega de fugir Vicenzo!
- grito com raiva.
_Quem disse que estou fugindo. - ele grita também.
_Você vai me dizer quem é ela? –indago.
_Chega de segredos entre nós, se você quer que tenhamos um relacionamento,
comece me contando quem é essa Michelle e o que ela significa para você?!
_Nada! - ele responde para minha
surpresa.
_Michelle trabalha pra mim, nós tivemos um caso passageiro mais terminamos já faz tempo, mais parece que ela não quer entender isso. Ela me procura ou aparece na minha casa sem ser convidada, já proibi a entrada dela, meus funcionários já sabem disso não sei como ela consegui entra, mais vou fazê-la pagar por isso.
_Você a ama? - pergunto temendo pela
resposta.
_Por Deus Amanda como pode perguntar
isso?! - ele grita mais uma vez, passa as mãos pelo cabelo exasperado.
Aproxima-se de mim a passos rápidos,
segura meu rosto entre suas mãos.
_Você não entendeu nada do que eu disse?
Em meus gestos, minhas ações para com você?
_Fica difícil acreditar com você
escondendo coisas de mim. -confesso.
Ele se afasta seus olhos são tristes, sei
que eu o machuquei mais mesmo assim quero a verdade. Se, queremos ficar um com
o outro teremos que ser sinceros.
_Sei que escondo coisas de você, mais
não posso contar, não ainda quando eu sei que quando descobrir vai me deixar, e
eu não quero correr esse risco, quero que você tenha mais confiança, que me ame
a ponto de me perdoar.
Suas palavras me comovem fraca como
sou, me aproximo dele quebrando nossa distancia.
_É tão grave assim?
_Só peço que tenha um pouco mais de
paciência comigo Babina, e confiança até que eu esteja pronto
para fazer isso, você pode tentar por mim? - pergunta.
Eu abraço sentido seu perfume, seu
coração bate tão rápido.
_Sim, por nós! - permanecemos assim um
no braço do outro, Enzo beija meu pescoço depois meu ombro, minha pele já esta
quente viva com seu toque, ele desliza a alça da blusa pelo meu ombro e crava
os dentes de leve em minha pele.
_Precisamos terminar o que começamos
lá fora. - ele diz, e me beija.
_Boa ideia. - digo entre gemidos já
não lembro mais da nossa briga.
Enzo me pega no colo e sobe pela longa
escada comigo em seus braços, vou admirando esse belo homem.
Chegamos em um corredor com varias
portas e me pergunto qual delas é o seu quarto, ele segue reto para a ultima
porta no final do corredor abre com um chute e me põe no chão, rapidamente
tranca a porta. Mal tenho tempo para olha à decoração, pois, Enzo me ataca tirando minhas
roupas, com uma ferocidade sem explicação.
Minhas
mãos foram tirando sua camisa, fui deslizando os meus dedos sobre seu peito
sólido começo a beija ali, faço isso descendo ate seu umbigo, ele geme! Tento
abrir sua calça mais ele me pega e joga na cama, com muita agilidade tira minha
saia junto com a calcinha, da para ver em seus olhos que está louco para me
possuir. Agora estou totalmente entregue e nua diante de seus olhos.
Não consigo pensar, falar ou me mexer, estou
presa no brilho de seus olhos. Enzo tira a própria calça a jogando longe, minha
boca saliva ao ver sua ereção, ele sobe na cama se encaixa entre minhas pernas
abaixa cabeça fechando sua boca no meu seio, ele chupa meu bico já rijo que
suplica pela sua língua. Envolvo minhas pernas ao seu redor abrindo-me para
ele.
Enzo ataca meu outro seio, aproveito e
desço minha mão para sua ereção, que esta como aço em minha mão, ele enrijece e
para seu ataque, nos olhamos por um momento um desejando o outro, com tanto
desejo que chega a doer, posso jura que seria capaz de explodir agora, apenas
com a leveza de seu toque.
Provocando-me, sei que ele adora fazer
isso. Coloca um dedo em meu sexo já úmido e brinca, me judiando, gemo fechando
os olhos me deliciando com a sensação, sinto um beliscão que me faz abri os
olhos. Enzo coloca aponta do seu membro em minha entrada, ele roça em meu
centro, com uma das mãos aperta minha bunda ancora-me a ele, seu membro invade
fundo em um golpe só, grito fico sem ar por um momento, sinto sua respiração
ofegante em meu pescoço, ele entra cada vez mais fundo em sua serie de
movimentos eu acompanhando mais rápido, meu corpo convulsiona a cada entrada firme, meu quadril vai
de encontro ao dele.
Enzo ergue seu rosto parando de frente
de modo que posso vê-lo, suor corre pela sua testa, beija-me antes de enterrar
totalmente fundo em mim, nos levando ao topo então ambos gritamos, invadidos
por uma onda de prazer tão forte, tão consumidora que se eu não tivesse me
agarrado a ele seria levada para outra dimensão.
Estamos deitados, suados Enzo como
sempre enroscado em mim como uma
Eva daninha, ele sempre fica assim quando brigamos e nos reconciliamos
depois, segurando-me forte, com seu peso sobre mim, eu desfruto dessa sensação.
_Droga Amanda. -ele se levanta de uma
vez me assustando.
_Por Deus Enzo quer me matar? - sento-me
puxando o lençol uma mão no peito, meu coração parece que vai sai pela boca.
Enzo me olha como se tivesse me feito
mal, ou será arrependimento?!
_De novo, de novo, de novo. - ele fala
uma serie de palavras mal compreendidas e posso jura que são palavrões.
Ele se lavanda e começa a caminha de
um lado para o outro nu, estou começando a fica zonza.
_Enzo você esta me assustando. - digo
_O que foi?
_Esqueci, esqueci de usa camisinha . -
diz envergonhado então a ficha cai, em nenhuma das vezes que fizemos amor, ele
usou.
_Amanda perdoe-me, eu devia ter
prevenido você, mais eu sempre me esqueço quando estou com você...você pode
esta grávida. - ele diz.
Entendo o medo dele se eu engravidasse
seria numa péssima hora, mal nos conhecemos não que eu corra esse risco mais eu
olho para ele sua cara é impagável eu começo a rir. Enzo fecha a cara mais
ainda e eu caio na cama rindo feito uma louca, não consigo me controla minha barriga
doe, mais eu rio, rio, rio.
_Qual é a graça Amanda? - pergunta ele
com tom bravo.
Não consigo parar, tento me acalmar. Ele
me segura pelos pulsos colocando um de cada lado da minha cabeça, está com
raiva seus lindos olhos me fuzilam, respiro uma, duas e consigo me acalmar um
pouco, tento me solta mais ele afunda meus pulsos na cama, mesmo assim tento
até que ele me solte. Sento e dou um selinho nele.
Uau, pela sua cara ainda esta bravinho.
_Enzo não estou gravita e nem vou
ficar. - digo para acalma-lo.
_E como pode ter tanta certeza Amanda?
_Se nós... - ele não consegue terminar de falar.
_Enzo tenho certeza, tomo injeção todo
mês, e a ultima eu tomei antes de você me encontra na boate. Então SIM! Tenho
certeza A.B.S.O.L.U.T.A.!- Ele respira fundo mais seus olhos permanecem triste.
Ele me puxa, para me sentar em seu colo.
_Mesmo?
_Sim! - eu abraço mais minha
curiosidade aflora. _Porque? O que faria se eu engravidasse?
_Me casaria com você. - responde
rápido demais.
Pulo saindo do seu colo ele não
entende minha reação, ele falou em casamento, gravidez duas palavrinhas
perigosas juntas em menos de um minuto.
_Não é pra tanto Vicenzo.
- brinco tentando esconder meu desconforto.
Mais no fundo rezando que ele só
esteja curtindo da minha cara.
_Não, mais admito que a ideia de um
filho MEU, poderia está crescendo agora em seu ventre me agradaria.
Agora quem pula da cama sou eu, não
gostei nem um pouco do que ele acabou de dizer, sem olha-lo vou em direção a
uma porta rezando para que seja o banheiro, minha adorável e amiga dor de cabeça
começa a dar sinal que está voltando. Agradeço quando vejo que é realmente o
banheiro entro no Box e ligo o chuveiro água cai fervendo. _Droga - grito.
_Amanda. - Enzo me chama da porta do
banheiro, não respondo viro de costa pra ele e tento ajustar a água, até as
torneiras estão me deixando nervosa, inferno! Duas mãos fortes ajustam a
temperatura, quando olho, lá está ele lindo de morrer, ainda nu no mesmo espaço
que eu, está querendo morrer mesmo.
_Saia. – digo. - não confio em mim
nesse momento.
_ Saia quero-me banhar sozinha!
Porque ele nunca escuta o que digo, ele
me olha e eu odeio quando faz isso, odeio quando foge, odeio quando mente, e
odeio quando é tão fofo a ponto falar em ter filhos. Desvio do seu olhar coloco
minha cabeça na parede, porque me sinto assim?!
_Hei! - ele diz me virando para poder
olha-lo. Então me abraça. _Desculpa não quis deixar você nervosa.
_Então não diga mais isso. - peço.
Sou invadida por uma sensação estranha
de medo, medo de que, tudo isso seja apenas um sonho, que irei acorda e ver que
fantasiei tudo. Um filho do Enzo! Seria lindo ter em meus braços um menino
igual a ele, mais não posso não enquanto há muitas coisas entre nós.
Mais calma Enzo me ajuda no banho,
depois de muito protesto, ele lava meu cabelo, acabo gostando da ideia, depois
de lavado os meus, faço o mesmo lavando o seu.
Saímos do banho ele me passa uma
camisa sua para eu vesti, fica enorme em mim, ele rir e eu faço cara de brava, ele
para mais ai sou eu que rio e tudo volta a fica bem entre nós. Enzo coloca uma
calça de moletom, uma blusa sem manga deixando seus músculo amostra, santo Deus
é ate um pecado ser gostoso assim. Paro de babar, estou exausta não só da
viagem mais das travessuras que aprontamos, corro para cama deixando- o
terminar de se arruma, e me jogo na cama.
_Amanda. - Enzo me chama mais faço de
conta que não ouvi, já percebi que ele só chama meu nome completo quando esta
com raiva, ou quando goza.
_Nem tente. - ele diz próximo ao meu
ouvido. _Sei que não esta dormindo ainda.
_O que você quer seu tarado?! - digo
enfio minha cabeça debaixo do travesseiro.
Ele ri alto, espio por debaixo do
travesseiro, ele puxa o travesseiro e beija o topo da minha cabeça.
_Não e para isso que estou chamando.
_Não? - pergunto incrédula nas ultimas
horas nós só transamos, esse homem é uma maquina.
_Não. - diz e me faz sentar. _Você
precisa secar o cabelo não quero que fique doente.
_Gosto que ele seque ao natural. –
respondo.
Meu cabelo é uma droga, não gosto de
usa secador, pois ele fica mais armado, causaria até um infarto no primeiro que
me visse, se eu saísse na rua com ele solto, meu Deus! Não quero nem imaginar.
_Sem discussão. Venha!
Enzo fica de pé me leva com ele de
volta para o banheiro, me faz calça um chinelo enorme, vai ate seu closet e
procura alguma coisa lá dentro observo pelo espelho, ele vem com um secador na
mão, mais meu Deus ele tem um secador?! Porque ele teria um? A loira oxigenada vêem
em minha mente, balanço a cabeça não quero pensar agora. Ele liga na tomada.
_Vire-se. – Ordena então se move para
trás de mim e começa a seca meu cabelo, 20 minutos depois está seco e domável
como ele conseguiu?! Nem meus amigos Gays conseguiriam tal proeza. Ele põe o
secador na pia nessa hora me lembro de 50 tons de cinza.
_O senhor é Gay, senhor Vicenzo?
- provoco ele dar um sorrisinho então estala sua mão na minha bunda me fazendo
grita, viro para ele com fogo nos olhos enquanto esfrego minha bunda, ele
realmente fez isso.
_Você já teve uma bela amostra de que
Gay eu não sou. - diz então me pega no colo e me põe na cama.
_Descanse, mandarei Dalva trazer um
lanche para você mais tarde. - ele vai em direção à porta destranca.
_Aonde você vai? - pergunto me
recuperando da palmada.
_Tenho que resolver uns assuntos no
escritório, mais não se preocupe será aqui mesmo em casa, durma um pouco mais
tarde vou lhe mostra meu Gay. - diz rindo sai e fecha a porta.
_Ai meu Deus! Morri e fui para céu. - digo
e caiu no sono.
