sexta-feira, 11 de abril de 2014

                                                               CAPÍTULO TRES



Nos meu 32 anos nunca confie em ninguém, nem mesmo na minha própria sombra.Nem sempre fui rico tive que conquistar tudo o que tenho com muito trabalho,se estou onde estou foi com muito esforço do meu trabalho,dedicação e sem duvida com mão de ferro,não se chega a lugar algum cedo um coração mole,não tolero erros.
Havia passado a manhã toda em uma reunião que levou mais tempo do que esperado, a tarde ainda teria outra reunião desta vez em um dos restaurantes de um amigo,sempre vou até lá quando preciso fechar algum negocio fora do escritório.
Como sempre fechei os dois negócios,ambos muito lucrativos,o que me deixariam com alguns milhões mais rico,me despedir dos alemães,todos todos satisfeitos,quando termino de me despedir e estou preste a sair encontro com Paollo um grande e único amigo de verdade,a quem confio alguns segredos.
_Cião strozo.-Paollo que deveria ter me visto,mais esperou ate os alemães saírem,para poder vir falar comigo do jeito idiota que só ele consegue ser.
_Cião amici.-cumprimento-o com uma abraço.
_Fechando mais algum empreendimento?-ele pergunta gesticulando para mim junta a ele na mesa.
_Sim.sento-me o garçom chega logo em seguida.
_O desejam?Paollo pede um Whisky para ele,peço o mesmo,anotando os pedidos o garçom nos deixa.
_Então estava me vigiando?-brico.
_Porque perderia meu tempo correndo atrás de você,se poderia fazer isso mais atrás de uma bela mulher,além disso o único gay nesta mesa é você.-Paollo nunca perde a chance de me irritar,sempre que tem a oportunidade mais este é seu jeito,nossa amizade é baseada em bebidas,mulheres e insultos,ignoro o que ele me diz e resolvo provoca-lo também.
_Sem dúvida você estaria atrás de uma mulher de quatro e ela puxando-o com uma coleirinha, onde estaria seu nome escrito de rosa.O sorriso que esta na cara dele some por essa ele não esperava e caiu na gargalhada não consegui manter minha cara de serio.
_Vá bene,não conto que você é gay e talvez deixe você  minha usar minha coleira.-Ah Paollo é daqueles que perde amigo,mais não perde a piada.O garçom chegar com nossas bebidas.
Paollo eu conversamos por duas horas,confesso que não vi as horas passarem,apesar de ser um filho da mãe conversar com ele sempre me fez bem,falamos de negócios explico a ele meu novo empreendimento,ele me conta que esta saindo com nova loira,fala sobre seu novo restaurante que vai abrir,me convida para inauguração.
_Então teve noticias da ragazza?-ele pergunta sério. Paollo sabe que este assunto para mim é extremamente complicado.
_Não. pego meu copo tomo um gole da minha bebida,paollo faz o mesmo,mais o conheço e sei que ele não vai terminar seu interrogatório.
_Ainda a procura?-girando o dedo sobre a boca do copo,ele espera minha resposta.
_Sim.
_Sabe que vingança não leva a lugar algum?
_Não penso assim.-digo frio.
_Vá bene,mais espero que você não se arrependa,ou pior que venha a machucar uma inocente.Não irei a única que sairá será a maldita que um dia se atreveu a cruzar meu caminho.olho meu relógio já esta tarde,e ainda tenho que trabalhar quando chegar em casa,paollo percebe,resolvo pedir a conta ele insiste que não é necessário,aceito na próxima eu pago.ele me leva até a entrada do restaurante,apertamos as mão e combinamos de nos ver para com pôquer.
Klaus já me espera do lado de fora do carro.

_Klaus pra casa rápido. Enquanto Klaus dirigi perco-me em pensamentos,a conversa que tive sobre ela com paollo me trazem lembranças daquela noite.

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